Nas profundezas da floresta sombria, onde as árvores se erguiam como gigantes e as sombras dançavam ao luar, um cavaleiro negro vagava, montado em um corcel negro de olhos vermelhos. Seu rosto estava escondido por um capuz, e sua armadura brilhava como aço polido. Ele era um cavaleiro sem nome, um cavaleiro sem passado, um cavaleiro sem destino.
O cavaleiro negro vagava pela floresta, sem rumo, sem destino. Ele não sabia para onde estava indo, nem por que estava indo. Ele apenas seguia em frente, impulsionado por uma força que ele não conseguia entender.
Uma noite, o cavaleiro negro chegou a uma clareira. No centro da clareira havia uma pequena cabana de madeira. O cavaleiro desmontou do cavalo e se aproximou da cabana.
A porta da cabana estava aberta, e o cavaleiro entrou. Dentro da cabana, havia um velho sentado em uma cadeira de balanço. O velho estava fumando um cachimbo e olhando para o fogo.
O cavaleiro se aproximou do velho e perguntou: "Quem és tu?"
O velho olhou para o cavaleiro e sorriu. "Eu sou o guardião da floresta", disse ele. "E quem és tu?"
O cavaleiro não respondeu. Ele apenas tirou sua espada e apontou para o velho.
O velho riu. "Não me mate", disse ele. "Eu não sou seu inimigo."
O cavaleiro não ouviu. Ele avançou sobre o velho e o matou com um golpe de espada.
O velho caiu no chão, morto. O cavaleiro olhou para o corpo do velho e sorriu. Ele tinha matado um homem inocente.
O cavaleiro saiu da cabana e montou em seu cavalo. Ele cavalgou pela floresta, deixando para trás um rastro de sangue e morte.
